Algumas opiniões de revistas e blogs sobre os livros:

«As ilustrações, carregadas de cor, abusando das variações cromáticas e com a benção dos lápis de cera, retratam na perfeição esse encontro com a morte, mas sobretudo a forma em como se escolhe a vida como destino final.»

Deus me Livro - Pedro Miguel Silva sobre O Homem Que Carregava Pedras

«Oficialmente, este livro é do meu filho – mas vão demorar longos anos até que eu lhe deixe meter as mãozinhas sujas de mirtilos em cima. É que os livros em pop up têm tanto de assombroso como de frágil. Uma das raras (únicas?) experiências em pop up em português, o resultado é tão detalhado e espectacular que custa a crer que seja só mesmo papel dobrado com mestria.»
 

Observador, sobre o livro «O homem coração de choupo», 17 livros para crianças que não vão dar seca aos pais

«Marco Taylor volta a surpreender com ao livro A muda dos gatos

Paulo Martins - Livros e Leituras

«“Abílio” e “A Muda dos Gatos” chegaram ao Quarto das Brincadeiras pelo correio e foram uma bela surpresa.»

Blog Quarto das Brincadeiras


revista Blimunda 53 - Fundação José Saramago / revista Blimunda 61 - Fundação José Saramago

«Marco Taylor talvez seja um nome ainda pouco conhecido do grande público, mas já tem editado um trabalho muito significativo. Professor de Educação Visual e Educação Tecnológica é autor/ilustrador dos seus livros. Livros que não são lineares na mensagem a transmitir, mas que nos incitam a refletir sobre o significado da mensagem implícita.»
 

Elvira Cristina Silva - Cócegas na mente

«A obra de Marco Taylor, autor que nos visitará em breve, apresenta particularidades muito interessantes, distanciando-se, quer em termos de tema, quer de discurso, das tendências literárias mais conhecidas (ou tendência de mercado).

Questões como o Amor, o Nascimento e a Morte, o Silêncio, a Solidão, o Sonho, o Tempo, a Infância e a Velhice, os Ritmos da Vida e da Natureza… estão presentes no conjunto da obra de Marco Taylor. O protagonismo dado às pessoas, aliado a uma forte componente sensorial, e polvilhado por uma metafísica emergente, são aspetos que concorrem para uma imediata adesão aos livros do autor.


 

O conjunto da obra de Marco Taylor

 

Por outro lado, a obra de Marco Taylor oferece-nos um breve circuito pelo universo do livro objeto. Enquanto nos perdemos na tridimensionalidade da floresta do pop-up O Homem coração de choupo, somos puxados pelas sombras chinesas das personagens que povoam A Árvore que paria meninos, para, logo de seguida, mergulharmos no mundo de A Muda dos Gatos, com uns óculos especiais, que nos conduzirão, por sua vez, às recordações do Rapaz que conheceu o Homem que carregava pedras, e ao seu “piloto”, O Homem que carregava pedras. A rota completa-se com três inusitadas figuras, RosindaTimóteo e Abílio, uma trilogia sem palavras que é também um convite para uma intensa viagem ao interior de cada um de nós.


 
Aspetos do interior dos livros-objeto


É, assim, entre meninos que jogam à bola, médicos que arriscam transplantes estranhos, árvores-mãe e árvores-pai, videntes, jovens sonhadores… que acontecem estas histórias que se ligam pelo coração

 

Lúcia Barros - Blogue das Bibliotecas Escolares de António Feijó